REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS
intervenções longevas,
soluções múltiplas e suaves.
Sistema DRYVIT®.

Edifícios em degradação, cujo traçado e dignidade merecem ser conservados pela sua harmoniosa inserção na rua, bairro e cidade, devem resistir às pressões exercidas por quem teima em apregoar construções mais "rentáveis", como sinal de "progresso".

Cabe a quem deseja reabilitar edifícios desgastados a descoberta de produtos adequados para as situações correctivas e substitutivas, o conhecimento das soluções que convêm ao edifício como um todo (ou seja, as duradouras, que menos irão onerar a sua manutenção longeva e cujos custos são progressivamente rentabilizados).

Ao ajuizar as reparações e restauros que se justificam, o técnico avaliará as operações indispensáveis e escolherá revestimentos interiores que não destoem em ambientes carinhosamente reabilitados.

Uma casa, mesmo vetusta, deve proporcionar salubridade, objectivo que torna indispensável o isolamento térmico integral do construído. Caso seja pluri-familiar, ocorre também a colocação de isolamento sonoro entre os pisos.




À produção regular ou pontual da Representações Esferovite S.A pertencem os produtos necessários para a solução de muitas situações parciais (piso térreo, telhado, envolventes, paredes divisórias, revestimento de cozinhas e banhos, etc.), sempre em materiais exemplares e não inflamáveis (conforme podem ser por ela também aplicadas em obra):


- Sob o piso térreo (qualquer que seja o acabamento previsto - em madeira ou ladrilhos), ocorre colocar isolamento térmico contínuo levando o Esferovite M1 até ao rodapé, para atenuação acústica.

- Se no sótão (destinado quer à habitação quer apenas à arrecadação) permanecerem à vista os barrotes, entre eles devem encaixar-se placas grossas em Esferovite M1 à medida ou, no caso da sua substituição por vigotas pré-esforçadas, suspender espessas abobadilhas Termovite®, sempre em Esferovite não inflamável (M1) na medida de 1 x 0,50 m (para que não se percam 40% do calor interior invernal nem se ganhe calor estival na proporção correspondente).

- Mantendo os pisos intermédios de madeira, as caixas subjacentes serão cheias com Ciclovite M1 granulado (ou mesmo reciclado), para que os passos dados no andar superior não prejudiquem quem vive por baixo. No enchimento de vigas pré-esforçadas ter-se-á utilizado abobadilhas em Termovite® M1 para o isolamento térmico e garantir uma atenuação sonora.

- Para revestir ou substituir paredes secundárias, podem encomendar-se, com a altura exacta do pé direito, placas estriadas em Esferovite M1 de alta densidade, para levarem estuque (também projectado).

- Fabricamos (em negativo e em positivo), entre outros, cimalhas, cachorros, frisos,.; guarnecemos, camuflamos ou substituímos faltas.

- Para reparar envolventes degradadas, provavelmente paredes singulares, depois de removidos todos os rebocos soltos, basta atingir o suporte original da envolvente, por mais antigo que seja, para colar o Sistema DRYVIT® (em densidade e espessura a calcular e na cor desejada). O prédio, que levar em contínuo o Sistema DRYVIT® pelo exterior, não fissurará nem sofrerá condensações. Trata-se de um Sistema de isolamento térmico integral e duradouro pelo exterior que reduz, de forma substancial, as despesas com aquecimento ou arrefecimento, tidos como imprescindíveis para o conforto moderno. Com este isolamento térmico em espessura suficiente, os habitantes desfrutam de um nível superior de saúde e bem-estar e tiram proveito da durabilidade deste Sistema com vida prolongada (são dados 10 anos de garantia e comprovamos 40 anos). Tornando-se necessário, bastará lavá-lo.

Não há razão para um edifício insalubre permanecer ao abandono - truncando-lhe a expressão própria, a cultura e alma. A Rep. Esferovite S.A. pode contribuir, sem grandes custos, para a sua mudança sustentável, transformando-o em habitação de qualidade.




REABILITAÇÃO

O Esferovite é por nós fabricado em densidades entre 15 e 35 kg/m3, sempre e exclusivamente Classe M1, não inflamável segundo E 365-1990 LNEC.

Onde não existirem condicionamentos para optar por uma localização específica da camada de isolamento (quer pelo exterior, quer pelo interior da parede envolvente), basta tomarmos em consideração que, se, em princípio, a colocação não tem influência sobre o isolamento térmico em si, irá tê-la sobre o armazenamento de calor. O envolvimento integral do edifício pelo exterior torna-se, portanto, a solução perfeita: protege as fachadas das intempéries e das dilatações pelo exterior e, no interior, da condensação e respectivas moléstias.

No caso da reabilitação de edifícios, por outro lado, onde p. ex. a saliência das cantarias não basta para rematar a espessura necessária do Sistema (mesmo diminuindo-a com Esferovite mais denso), corrigem-se as imperfeições estéticas da fachada com o n/ Primário e a Tela Tecida de Vidro, para então aplicar o Revestimento DRYVIT (porque não fissura, é hidrófugo, permite a vapo-transpiração e o fornecemos na cor e granulação desejadas). Como uma parede envolvente "nua" não basta para manter o edifício suficientemente temperado e confortável, nesta situação o isolamento térmico necessário passa para a sua face interior. Irá assegurar o conforto procurado, além de baixar imediatamente as despesas com a calefacção ou refrigeração, destinadas a corrigir os extremos climáticos.
O Esferovite escolhido mais denso e portanto mais delgado, evidentemente sempre não inflamável, é então colado sobre a face interna da envolvente.
A Tela Tecida - eventualmente também mais delgada - fica embebida entre dois leitos de Primário sendo também aplicado o Revestimento (com granulação fina e opção de cor) em camada dupla.
Eis o método para fazer a superfície interna da envolvente subir de temperatura e permitindo que os moradores tenham um melhor estado de saúde e um conforto muito superior.
Tenha-se em conta o seguinte exemplo: Perante uma temperatura exterior permanente de 10º C, o aumento da permeabilidade térmica da envolvente de 0,65 para 2,06 (1/ ) eleva de tal modo a temperatura de superfície que faz subir a temperatura-ambiente no interior de 14,5 º para 18 ºC.

Em construções habitadas, na ausência de isolamento térmico, perante pontes térmicas, faltando condições de higiene (devido à condensação), além de diminuir a qualidade de vida e de bem-estar, têm lugar outros custos dificilmente quantificáveis, com consequências imediatas e também a longo prazo. Por falta de orientação atempada, além de se pagarem custos energéticos excessivos com reflexos nacionais e ambientais, a ausência de condições básicas de conforto leva a que seja desperdiçado posteriormente um volume importante da energia empregue para corrigir ou atenuar o desconforto, a qualquer custo, através de maquinaria energívora (bem publicitada mas nunca compensatória).

Apenas empiricamente se consegue calcular os custos sociais da diminuição de saúde de cada núcleo familiar em alojamentos insalubres (p. ex. por cuja qualidade do ar ninguém quer ser responsabilizado):

- A incidência de doenças, sobretudo respiratórias, é muito superior à média;
- a utilização de consultas médicas e tratamentos é mais frequente;
- o consumo de medicamentos é mais elevado;
- o número de efeitos secundários é maior;
- as faltas no emprego e na escola são mais frequentes;
- a produtividade laboral é mais reduzida;
- a ameaça dos membros caírem e permanecerem no desemprego é mais concreta, devido às suas faltas.