JUSTIFICAÇÃO da ESPESSURA
2º RCCTE: R= 1,60 m2K/W

Em 1991 a Direcção Geral de Energia do Ministério da Economia colocou em vigor o RCCTE = Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (Decreto-Lei n.º 40/90 de 6 de Fevereiro).
Desde 2002, sob pressão da União Europeia, a mesma Direcção reconheceu estarem entretanto largamente ultrapassados os mínimos admitidos em 1991 pelo que, elaborou um segundo RCCTE, entretanto em vigor, sempre no intuito de travar os custos energéticos da Economia Portuguesa para o seu crescimento.
No caso dos materiais de isolamento térmico, há a indicação de se dever dobrar-se a espessura anteriormente em vigor.

Para a Direcção Geral de Energia, a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto construiu em 1982 um edifício “termicamente optimizado”, isolando-o a n/ empresa com o Sistema DRYVIT®, o qual é regularmente monitorizado desde então.
Esta entidade há muitos anos que estuda e indica o melhor custo-benefício do isolamento térmico nas condições climáticas portuguesas. Este é alcançado pelo Esferovite com 15 kg/m3 (o rebaptizado "EPS 60" com a chancela CE) na espessura de 60 mm.
O Esferovite (que representa a "alma" do Sistema DRYVIT® o qual adquirimos para Portugal e, desde 1969, fabricamos e aplicamos) é produzido por esta empresa exclusivamente em M1 (não inflamável segundo E 365-1900 LNEC) e é trimestralmente avaliado desde 1987 pelo LNEC quanto à adequação da sua densidade e demais critérios.

Até 2004, aplicar o isolamento com 40 mm de Esferovite de 15 kg/m3 em edifícios de nível (com inércia térmica adequada, vidros duplos, etc.) cumpria o RCCTE vigente, porque correspondia ao mínimo exigido de resistência térmica de 1,10 m2 K/W. Entretanto são necessários 60 mm para satisfazer as exigências presentes de 1,60 m2K/W (conforme o n/ Esferovite M1 largamente ultrapassa).

----