CONDIÇÕES TÉCNICAS
Para aplicar o Sistema
DRYVIT®
Armazenamento de Materiais:
Para executarmos o isolamento, é necessário ser-nos reservado um
espaço coberto e seguro para armazenar os materiais com descarga progressiva. Em
cada piso devemos ter à n/ disposição uma tomada de corrente eléctrica com terra
e um ponto de água.
Andaimes:
Excluída da
responsabilidade dos assentadores do Sistema DRYVIT® permanecem a montagem,
movimentação e remoção de andaimes. Antes da n/ entrada em obra estes devem
estar montados no mínimo em duas "frentes", preferivelmente opostas (tendo em
conta a espessura especificada do isolamento + 150 mm) e possuir toldos e
anteparos verticais. Para a fixação dos agulheiros à envolvente devem ser
escolhidos locais que, no termo dos trabalhos, permitam retocar os agujais a
partir de vãos existentes. Sobretudo em empenas cegas, procurar ancorar em
arames que possam ser cortados ou sistemas a desenroscar à superfície do
isolamento em vez de arrancar.
Protecção de vãos:
É
de prever que as n/ argamassas possam exercer uma acção química sobre pedras
polidas, metais ou vidros. Cabe à Direcção da Obra a sua respectiva protecção
(por barramento, serapilheira com cal ou outro sistema temporário).
Início de assentamento do Sistema DRYVIT®:
As
envolventes devem estar desempenadas (rugosidades até 5 mm) e livres de gorduras
(ou "descolamento" de rebocos anteriores). Como aplicadores de isolamento
térmico, não podemos ser responsabilizados pelo empeno das fachadas, que devem
obedecer à definição e às tolerâncias estabelecidas pelo LNEC. Perante a
aceitação do respectivo estado por parte do director de obra e montados os
andaimes, podemos dar início ao assentamento. Havendo falta de enchimento (cuja
quantidade e localização devem ser registadas por escrito), esta empresa pode
propor uma solução própria a comparar com os custos de um reboco tradicional.
Trabalhos orçamentados na origem:
*Panos de parede,
*Pilares, Reentrâncias,
*Capeamentos, Cunhais, Platibandas, Arestas e
Cantos
*Vãos sem moldura em pedra: (ombreiras, vergas, parapeitos).
Trabalhos complementares, sujeitos a orçamento:
*Nivelamento superior a 0,5 cm das envolventes;
*Correcções superiores a
0,5 cm, na vertical e na horizontal da linha de prumo;
*Corpos
arquitectónicos;
*Molduras em relevo para vãos
OUTROS
REVESTIMENTOS (Pedra/ Tijoleira/ Alumínio, etc.)
Tendo-se optado por revestir o prédio parcial ou totalmente com pedra, tijoleira, metal, azulejos ou outros, procedemos à colagem do isolamento térmico com a tela tecida e duas demãos: uma de Primário e outra de Revestimento do Sistema DRYVIT® (sendo exceptuadas duas demãos de argamassa).
Há abundante experiência em executar a fixação de tijoleira, pedra etc. com o Primário DRYVIT®, bastando fazer-se a colagem em leito contínuo ou reforçar o número de "pontos".
Ocorre escorar os elementos pesados durante o primeiro dia, uma vez que o tempo de presa do Primário DRYVIT® é propositadamente longo (6 horas, para permitir correcções/ ajustamentos).
Sobre o isolamento de Esferovite com tela embebida entre as duas argamassas DRYVIT®, também se podem utilizar colas tradicionais para fixar pedra/ tijolo burro etc.